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	<title>Arquivo de Entrevistas - My Ginecologia</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica e outros profissionais de saúde dedicados à Ginecologia</description>
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	<title>Arquivo de Entrevistas - My Ginecologia</title>
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		<title>209.ª Reunião da SPG colocou o futuro da prática clínica no centro do debate</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rita Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 11:06:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fátima Faustino, presidente da Sociedade Portuguesa de Ginecologia e palestrante da sessão &#8220;A perspetiva do ginecologista em tempo de inteligência artificial&#8221;, descreve a escolha de trazer a inteligência artificial para o centro do debate da 209.ª Reunião da Sociedade como uma necessidade estratégica. Segundo a mesma, a especialidade deve dominar as novas ferramentas para não [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fátima Faustino</strong>, presidente da Sociedade Portuguesa de Ginecologia e palestrante da sessão &#8220;A perspetiva do ginecologista em tempo de inteligência artificial&#8221;, descreve a escolha de trazer a inteligência artificial para o centro do debate da 209.ª Reunião da Sociedade como uma necessidade estratégica. Segundo a mesma, a especialidade deve dominar as novas ferramentas para não ser ultrapassada pela evolução tecnológica. A Reunião procurou desmistificar a IA, focando-se na sua aplicação prática, que acaba por permitir ao médico focar-se na sua relação com o doente. Assista ao depoimento. </p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="FÁTIMA FAUSTINO" src="https://player.vimeo.com/video/1200394369?dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Para a presidente da Sociedade, a evolução da IA tem tido um crescimento vertiginoso, o que obriga os especialistas a acompanhar de perto esta evolução para não serem ultrapassados. O objetivo central da iniciativa foi desmistificar o tema para o ginecologista, afastando-se de conceitos teóricos complexos para focar na aplicação prática, nos riscos e limites destas ferramentas no quotidiano clínico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fátima Faustino sublinha que a inteligência artificial deve ser encarada estritamente como um auxílio e nunca como um substituto do especialista. O julgamento e decisão final será sempre da responsabilidade do ginecologista, a quem compete validar e auditar os resultados fornecidos pela tecnologia. A maior vantagem destacada é o tempo que fica liberto para o médico olhar para a doente, recuperando assim a qualidade da relação interpessoal, que são frequentemente comprometidas pela atenção constante aos ecrãs.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao fazer o balanço da 209.ª Reunião da Sociedade Portuguesa de Ginecologia, Fátima Faustino mostrou-se satisfeita com o sucesso da iniciativa. Com cerca de 350 inscritos e um programa vasto composto por 48 comunicações, entre apresentações orais, vídeos e pósteres, a presidente da Sociedade considera que o objetivo de levar a inteligência artificial ao debate clínico foi alcançado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vila Nova de Gaia acolheu a 209.ª Reunião da Sociedade Portuguesa de Ginecologia entre 5 e 6 de junho.<br></p>
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		<title>A inteligência artificial como parceira estratégica na Ginecologia</title>
		<link>https://myginecologia.pt/entrevistas/a-inteligencia-artificial-como-parceira-estrategica-na-ginecologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 09:57:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fernanda Geraldes, da Unidade Local de Saúde (ULS) de Coimbra, defende a integração da inteligência artificial (IA) na Ginecologia, não como uma mera ferramenta, mas como um parceiro fundamental para o avanço da especialidade. Numa perspetiva otimista, sublinha que esta tecnologia permite diagnósticos mais precoces e precisos, ao mesmo tempo que abre caminho para uma [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fernanda Geraldes</strong>, da Unidade Local de Saúde (ULS) de Coimbra, defende a integração da inteligência artificial (IA) na Ginecologia, não como uma mera ferramenta, mas como um parceiro fundamental para o avanço da especialidade. Numa perspetiva otimista, sublinha que esta tecnologia permite diagnósticos mais precoces e precisos, ao mesmo tempo que abre caminho para uma medicina mais humanizada e preventiva. Assista à entrevista.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="FERNANDA GERALDES" src="https://player.vimeo.com/video/1200394371?dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A grande força da IA reside na sua capacidade de otimizar a acuidade diagnóstica e aumentar a eficácia dos tratamentos. Fernanda Geraldes destaca que estes modelos auxiliam na identificação de doenças, reduzindo significativamente a margem de erro e o tempo de espera para intervenções adequadas. Este benefício é particularmente evidente em condições complexas como a endometriose, na qual o diagnóstico precoce transforma radicalmente o prognóstico. Além disso, a aplicação da tecnologia em áreas como a cirurgia robótica reforça este ganho de eficiência, que se traduz diretamente num melhor cuidado para o doente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos pontos centrais abordados pela ginecologista é o impacto positivo na relação médico-doente. Ao delegar tarefas computacionais e de processamento de dados à inteligência artificial, o médico acaba por ter mais tempo e disponibilidade para o contacto direto com o doente. Isto favorece uma abordagem mais empática e um esclarecimento mais eficaz, fatores essenciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, a adoção destas tecnologias exige cautela. Fernanda Geraldes afirma que o médico deve manter o controlo e exercer um rigoroso sentido crítico perante as sugestões da IA. Como muitas doentes chegam à consulta com informações erradas da <em>internet</em>, cabe ao ginecologista filtrar esses dados e educar. Assim, é fundamental que os médicos se mantenham atualizados sobre o tema para garantir uma utilização segura e ética da tecnologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A 209.ª Reunião da Sociedade Portuguesa de Ginecologia decorreu durante os dias 5 e 6 de junho, em Vila Nova de Gaia.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Inteligência artificial na Ginecologia: Uma transformação profunda e acelerada</title>
		<link>https://myginecologia.pt/entrevistas/inteligencia-artificial-na-ginecologia-uma-transformacao-profunda-e-acelerada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 09:51:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>José Reis, do Hospital da Luz Lisboa e Torres de Lisboa, moderador da sessão “IA em Ginecologia” na 209.ª Reunião da Sociedade Portuguesa de Ginecologia, enfatiza que a inteligência artificial (IA) é já uma força transformadora que veio redefinir a prática clínica. Segundo o ginecologista, a velocidade desta evolução é superior ao esperado, exigindo dos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>José Reis</strong>, do Hospital da Luz Lisboa e Torres de Lisboa, moderador da sessão “IA em Ginecologia” na 209.ª Reunião da Sociedade Portuguesa de Ginecologia, enfatiza que a inteligência artificial (IA) é já uma força transformadora que veio redefinir a prática clínica. Segundo o ginecologista, a velocidade desta evolução é superior ao esperado, exigindo dos profissionais de saúde uma adaptação contínua na forma como diagnosticam, tratam e vigiam as suas doentes. Assista ao depoimento.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="JOSÉ REIS" src="https://player.vimeo.com/video/1200394372?dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O especialista sublinha que a entrada da IA na Medicina está a decorrer, sendo já uma realidade nos consultórios. José Reis explica que a classe médica está num processo contínuo de aprendizagem, de forma a perceberem como é que estas novas ferramentas se integram na sua rotina clínica, tirando partido do seu potencial transformador na vigilância e terapêutica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O moderador destaca as ferramentas como aplicações de registo clínico, que transcrevem automaticamente as conversas entre o médico e doente, criando registos de alta qualidade, utilizadas em diversos consultórios e hospitais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto à implementação, o especialista considera que não existem obstáculos estruturais, mas sim a necessidade de definir quadros regulamentares claros, um domínio que a União Europeia tem estado atenta. O debate foca-se, agora, na partilha de responsabilidades entre a tecnologia, que auxilia, e o médico, a quem cabe sempre a decisão clínica final e a garantia da segurança do tratamento.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ponte de comunicação: como a partilha entre MGF e Ginecologia melhora a prestação de cuidados</title>
		<link>https://myginecologia.pt/entrevistas/ponte-de-comunicacao-como-a-partilha-entre-mgf-e-ginecologia-melhora-a-prestacao-de-cuidados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 10:46:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As presidentes do 3.º Congresso Nacional Ginecologia em MGF, Cristina Nogueira-Silva e Maria João Carvalho , fizeram um balanço extremamente positivo do evento que decorreu em Lisboa, destacando que o feedback obtido superou as expectativas. Assista ao depoimento. Ao explicar o processo de construção do programa, as presidentes mencionaram que o objetivo anual é ir [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">As presidentes do 3.º Congresso Nacional Ginecologia em MGF, Cristina Nogueira-Silva e Maria João Carvalho , fizeram um balanço extremamente positivo do evento que decorreu em Lisboa, destacando que o <em>feedback</em> obtido superou as expectativas. Assista ao depoimento.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="MARIA JOÃO CARVALHO e CRISTINA NOGUEIRA-SILVA (1)" src="https://player.vimeo.com/video/1195903742?h=e467f510f4&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Ao explicar o processo de construção do programa, as presidentes mencionaram que o objetivo anual é ir ao encontro das necessidades da Medicina Geral e Familiar (MGF), estabelecendo uma &#8220;ponte de comunicação para a melhoria da prestação de cuidados&#8221; entre a prática hospitalar e os cuidados primários. O programa foi construído em conjunto com a comissão científica, que integrou profissionais de ambas as especialidades, o que contribuiu para o sucesso do evento tornando-o mais &#8220;atrativo e simultaneamente muito prático&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O principal propósito do congresso passou por partilhar com os Cuidados de Saúde Primários uma abordagem capaz de &#8220;otimizar os cuidados prestados por ambas as partes&#8221;. Desta forma, os cuidados hospitalares beneficiam com casos &#8220;mais filtrados e já diferenciados&#8221;, e os MGF ficam &#8220;munidos das ferramentas essenciais&#8221; para a sua prática clínica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O congresso contou com mais de 500 participantes. Este número expressivo dá &#8220;força para manter e melhorar a estratégia&#8221;, de forma a assegurar a continuidade desta partilha no futuro.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O 3.º Congresso Nacional Ginecologia em MGF decorreu nos dias 21 e 22 de maio, em Lisboa.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>HPV: Alargamento da vacina até aos 26 anos é “passo fantástico” rumo à eliminação do cancro do colo do útero</title>
		<link>https://myginecologia.pt/entrevistas/hpv-alargamento-da-vacina-ate-aos-26-anos-e-passo-fantastico-rumo-a-eliminacao-do-cancro-do-colo-do-utero/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 15:12:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Direção-Geral da Saúde (DGS) confirmou o alargamento da vacinação contra o papilomavírus humano (HPV) no Programa Nacional de Vacinação (PNV) a homens e mulheres até aos 26 anos. A medida, que reforça o compromisso nacional para a eliminação das doenças e cancros associados ao vírus, é encarada pela comunidade médica como uma decisão estratégica [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Direção-Geral da Saúde (DGS) confirmou o alargamento da vacinação contra o papilomavírus humano (HPV) no Programa Nacional de Vacinação (PNV) a homens e mulheres até aos 26 anos. A medida, que reforça o compromisso nacional para a eliminação das doenças e cancros associados ao vírus, é encarada pela comunidade médica como uma decisão estratégica fundamental. Para Amália Pacheco, ginecologista no Hospital Privado de Loulé, este prolongamento da idade vacinal abre uma &#8220;grande janela de oportunidade&#8221; para proteger novas franjas da população e consolidar a posição de liderança de Portugal na prevenção oncológica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o 3.º Congresso Nacional Ginecologia em MGF, decorrido em Lisboa, a especialista foi questionada sobre a novidade, pois a inclusão de homens jovens nesta nova fase do PNV assume-se como um pilar central para quebrar o ciclo de transmissão do HPV. Ao garantir o acesso à vacina, o programa não só assegura a proteção direta dos homens contra patologias oncológicas como o cancro do pénis e do ânus, mas fomenta também uma imunidade de grupo crucial. Esta barreira indireta reduz a circulação global do vírus na comunidade, protegendo a população independentemente do género ou da orientação sexual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em reação a este marco na Saúde Pública, Amália Pacheco classifica a medida como &#8220;um passo fantástico em Portugal&#8221;. A especialista lembra que, embora o país apresente excelentes indicadores no género feminino, o cenário nos jovens do sexo masculino ainda carece de reforço, uma vez que a cobertura vacinal para os rapazes se iniciou mais tarde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a ginecologista do Hospital Privado de Loulé, o alargamento até aos 26 anos traz vantagens em duas frentes prioritárias. Por um lado, funciona como um resgate para os jovens residentes que anteriormente falharam o plano: &#8220;Será uma boa altura de nós voltarmos a insistir outra vez&#8221;, sublinha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, a médica aponta para a importância de adequar o PNV à nova realidade demográfica do país, marcada pelo aumento dos fluxos migratórios. &#8220;Temos atualmente uma população imigrante em Portugal. Temos pessoas que vêm de outros países para o nosso onde não foram vacinados&#8221;, alerta a ginecologista, reforçando que a nova meta etária permite acolher e proteger estes cidadãos que não tiveram acesso à imunização nos seus países de origem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portugal destaca-se internacionalmente pela elevada adesão às metas da Direção-Geral da Saúde, uma realidade que importa capitalizar. &#8220;Sabemos nós que no ranking somos o país que tem a maior cobertura vacinal&#8221;, orgulha-se a especialista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com esta atualização do Programa Nacional de Vacinação, as perspetivas de futuro tornam-se ainda mais ambiciosas no combate à doença. &#8220;Daqui por uns anos, podemos dizer que Portugal vai estar num caminho excecional em termos da diminuição do cancro do colo do útero com maior taxa de vacinação&#8221;, antevê Amália Pacheco, perspetivando um país na vanguarda da erradicação dos cancros provocados pelo HPV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O 3.º Congresso Nacional Ginecologia em MGF decorreu entre 21 e 22 de maio, em Lisboa.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://myginecologia.pt/entrevistas/hpv-alargamento-da-vacina-ate-aos-26-anos-e-passo-fantastico-rumo-a-eliminacao-do-cancro-do-colo-do-utero/">HPV: Alargamento da vacina até aos 26 anos é “passo fantástico” rumo à eliminação do cancro do colo do útero</a> aparece primeiro em <a href="https://myginecologia.pt">My Ginecologia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Novas terapêuticas redefinem o tratamento do cancro do endométrio</title>
		<link>https://myginecologia.pt/entrevistas/novas-terapeuticas-redefinem-o-tratamento-do-cancro-do-endometrio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 11:13:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diana Neto da Silva, da ULS Loures-Odivelas, levou aos Encontros da Primavera 2026 o tema “Tratamento de primeira linha no endométrio avançado: como escolher” e refletiu que os avanços recentes no tratamento de primeira linha estão a transformar o prognóstico das doentes, com novas combinações terapêuticas e investigação em curso a abrir caminho a abordagens [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://myginecologia.pt/entrevistas/novas-terapeuticas-redefinem-o-tratamento-do-cancro-do-endometrio/">Novas terapêuticas redefinem o tratamento do cancro do endométrio</a> aparece primeiro em <a href="https://myginecologia.pt">My Ginecologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Diana Neto da Silva</strong>, da ULS Loures-Odivelas, levou aos Encontros da Primavera 2026 o tema “Tratamento de primeira linha no endométrio avançado: como escolher” e refletiu que os avanços recentes no tratamento de primeira linha estão a transformar o prognóstico das doentes, com novas combinações terapêuticas e investigação em curso a abrir caminho a abordagens mais eficazes. Assista à entrevista.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Novas terapêuticas redefinem o tratamento do cancro do endométrio" src="https://player.vimeo.com/video/1186983453?h=c90d1a5010&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O tratamento do cancro do endométrio tem conhecido uma evolução significativa nos últimos anos, deixando para trás uma abordagem limitada e abrindo portas a novas estratégias terapêuticas mais promissoras. “O tratamento de primeira linha do cancro do endométrio, até há uns anos, não era muito entusiasmante. Tínhamos só combinações de quimioterapia e agora a revolução da imunoterapia veio mudar os resultados nesta população”, explicou a especialista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A inovação não se fica pela imunoterapia. Novas classes de fármacos começam também a ganhar espaço e a levantar novas hipóteses de tratamento. “A introdução de novas terapêuticas, como os inibidores da PARP, levanta aqui novas questões e poderá trazer também benefício a um subtipo de população”, acrescentou Diana Neto da Silva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as principais conclusões da apresentação, destaca-se a mudança no padrão de tratamento. “As combinações de quimioterapia com imunoterapia são agora o novo standard of care”, afirmou. No entanto, os benefícios não são uniformes em todas as doentes. “A população dMMR parece ser aquela que mais beneficia”, referiu, apontando desafios ainda por resolver: “Temos muitos desafios pela frente com a população pMMR, que parece ser muito heterogénea”, salienta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda assim, o horizonte é encorajador. “Poderá beneficiar aqui de outros alvos terapêuticos que ainda estão em desenvolvimento e o futuro parece promissor, com novos estudos e novos alvos terapêuticos”, concluiu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os Encontros da Primavera 2026 decorreram de 15 a 18 de abril, em Évora.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<p>O conteúdo <a href="https://myginecologia.pt/entrevistas/novas-terapeuticas-redefinem-o-tratamento-do-cancro-do-endometrio/">Novas terapêuticas redefinem o tratamento do cancro do endométrio</a> aparece primeiro em <a href="https://myginecologia.pt">My Ginecologia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mastectomia endoscópica: “Os resultados são muito encorajadores”</title>
		<link>https://myginecologia.pt/entrevistas/mastectomia-endoscopica-os-resultados-sao-muito-encorajadores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 12:06:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cirurgia oncológica mamária está a viver uma mudança de paradigma com a integração de técnicas minimamente invasivas, uma evolução que promete transformar o pós-operatório de milhares de mulheres. Este foi o foco da apresentação que Henrique Mora, da ULS São João, trouxe aos Encontros da Primavera 2026. O objetivo final passa por garantir que a [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A cirurgia oncológica mamária está a viver uma mudança de paradigma com a integração de técnicas minimamente invasivas, uma evolução que promete transformar o pós-operatório de milhares de mulheres. Este foi o foco da apresentação que <strong>Henrique Mora</strong>, da ULS São João, trouxe aos Encontros da Primavera 2026. O objetivo final passa por garantir que a cura do cancro seja acompanhada por uma preservação máxima da qualidade de vida e do bem-estar físico das doentes.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Mastectomia endoscópica: “Os resultados são muito encorajadores”" src="https://player.vimeo.com/video/1184073533?h=e5ba60090c&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">Com o tema “Mastectomia endoscópica com reconstrução imediata”, o especialista refletiu que “os resultados são muito encorajadores no que diz respeito à qualidade de vida e à satisfação das nossas doentes, que é isso que nos move”, explica o especialista, reforçando que o investimento nestas técnicas deve ser feito “sem receios”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar da técnica ter um histórico sólido, os avanços registados nos últimos anos tornaram-na mais precisa e acessível, consolidando-a como uma via promissora para o futuro. O desenvolvimento tecnológico permitiu que esta modificação técnica ofereça resultados estéticos e funcionais superiores, aumentando os índices de satisfação das doentes num momento de particular vulnerabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para que esta inovação chegue a mais centros hospitalares, a colaboração entre as várias equipas é fundamental. O orador desafiou os oncologistas presentes a assumirem um papel ativo neste progresso: “Gostaria que estimulassem os cirurgiões das suas Unidades a progredirem cada vez mais na implementação das técnicas minimamente invasivas aplicadas ao cancro da mama.” Esta sinergia multidisciplinar é vista como o motor necessário para elevar o padrão dos cuidados oncológicos em Portugal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os Encontros da Primavera 2026 decorrem de 15 a 18 de abril, em Évora.</p>
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		<title>Medicina está a evoluir para um diagnóstico mais atempado da endometriose</title>
		<link>https://myginecologia.pt/entrevistas/medicina-esta-a-evoluir-para-um-diagnostico-mais-atempado-da-endometriose/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jan 2026 17:17:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A opinião é de&#160;Geraldina Castro, membro da Sociedade Portuguesa de Ginecologia, após palestrar sobre sintomas e sinais da endometriose no último evento da instituição. Durante a entrevista também destacou o panorama atual da doença no País, identificando que a evolução da Medicina para um diagnóstico mais célere tem sido constante. Veja o vídeo. “É muito [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A opinião é de&nbsp;<strong>Geraldina Castro</strong>, membro da Sociedade Portuguesa de Ginecologia, após palestrar sobre sintomas e sinais da endometriose no último evento da instituição. Durante a entrevista também destacou o panorama atual da doença no País, identificando que a evolução da Medicina para um diagnóstico mais célere tem sido constante. Veja o vídeo.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="GERALDINA CASTRO" src="https://player.vimeo.com/video/1156075538?h=b78fb1c4da&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">“É muito importante um evento destes, porque a endometriose é uma doença com uma prevalência que ronda os 10% na população com um impacto na qualidade de vida muito grande e sobre a qual temos verificado um atraso no diagnóstico”, destacou, relembrando que um diagnóstico mais precoce pode minimizar o impacto que a endometriose tem nas mulheres. Além disso, esta área também tem tido “uma evolução científica imensa” na área da terapêutica. “A Medicina tem avançado numa velocidade tal que cada vez mais vamos precisar de nos atualizar com uma regularidade muito mais apertada do que antigamente”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Adiar um pedido de ajuda e normalizar os sintomas são alguns dos desafios que ainda prevalecem, reforçando o diagnóstico tardio, mas existe outro aspeto: são necessárias várias consultas até obter um resultado. “Os próprios médicos podem não valorizar devidamente e temos que trabalhar essa parte nos Cuidados de Saúde Primários”, adicionou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em tom de conclusão, Geraldina Castro referiu que estamos a caminhar para uma intervenção mais rápida na endometriose que irá favorecer a qualidade de vida da mulher.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os novos consensos no cancro ginecológico estão disponíveis&nbsp;<a href="https://dev.spginecologia.pt/academia/guidelines/67e5e8fead4aeea79932a2ff" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A 207.ª Reunião da SPG aconteceu em Espinho, em janeiro.</p>
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		<title>Da teoria à prática clínica: endometriose extra-genital</title>
		<link>https://myginecologia.pt/entrevistas/da-teoria-a-pratica-clinica-endometriose-extra-genital/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 16:34:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após palestrar sobre endometriose extra-genital durante a 207.ª Reunião da Sociedade Portuguesa de Ginecologia (SPG), Cristina Nogueira-Silva, da Unidade Local de Saúde (ULS) Braga, fala sobre desafios no diagnóstico e uma Medicina em constante evolução que apresenta um futuro promissor para estas doentes. Veja a entrevista. A endometriose pode, muitas vezes, apresentar lesões noutros órgãos [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Após palestrar sobre endometriose extra-genital durante a 207.ª Reunião da Sociedade Portuguesa de Ginecologia (SPG), <strong>Cristina Nogueira-Silva</strong>, da Unidade Local de Saúde (ULS) Braga, fala sobre desafios no diagnóstico e uma Medicina em constante evolução que apresenta um futuro promissor para estas doentes. Veja a entrevista.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="CRISTINA NOGUEIRA-SILVA" src="https://player.vimeo.com/video/1156075612?h=ff31153eb0&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">A endometriose pode, muitas vezes, apresentar lesões noutros órgãos que não os típicos, o que significa que a “sintomatologia apresentada pela doente” são “sintomas extremamente atípicos”.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas, quando questionada sobre o principal desafio nestes casos, a especialista destaca o diagnóstico. “Temos de perceber o que esta doente tem e não desvalorizar os sintomas. A doente com endometriose tem uma panóplia de sintomas difíceis de englobar, mas que temos de ouvir, porque fazem parte de uma doença inflamatória sistémica que pode atingir praticamente todos os órgãos. Depois deste passo, temos de trabalhar numa equipa multidisciplinar. É preciso perceber que se a doente tem uma doença extra-genital, é preciso verificar como está o resto do corpo. Temos de estadiar toda a doença e trabalhar com a equipa para podermos fazer um tratamento dirigido&#8221;, destaca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A reunião dedicou-se a atualizar os consensos publicados em 2015 sobre endometriose. Como tal, a ginecologista afirma que a doença evoluiu muito, tendo sido positivo a organização do evento.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Dez anos é muito tempo. Não mudaram os sintomas, mas mudou muito em termos de tratamento. Portanto, era essencial darmos aqui uma lufada de atualização daquilo que já é a nossa prática clínica”, finaliza.&nbsp;</p>
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		<title>Endometriose: “Vão haver muitos avanços nos próximos anos”</title>
		<link>https://myginecologia.pt/entrevistas/endometriose-vao-haver-muitos-avancos-nos-proximos-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 15:45:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante a 207.ª Reunião da Sociedade Portuguesa de Ginecologia (SPG), dedicada exclusivamente à endometriose, vários temas foram abordados, nomeadamente a possibilidade de tratamento cirúrgico. Fátima Faustino, presidente da Sociedade e moderadora desta sessão, faz um resumo dos casos que beneficiam do procedimento, partilha uma análise do futuro destas doentes e finaliza com um balanço positivo [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://myginecologia.pt/entrevistas/endometriose-vao-haver-muitos-avancos-nos-proximos-anos/">Endometriose: “Vão haver muitos avanços nos próximos anos”</a> aparece primeiro em <a href="https://myginecologia.pt">My Ginecologia</a>.</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Durante a 207.ª Reunião da Sociedade Portuguesa de Ginecologia (SPG), dedicada exclusivamente à endometriose, vários temas foram abordados, nomeadamente a possibilidade de tratamento cirúrgico. Fátima Faustino, presidente da Sociedade e moderadora desta sessão, faz um resumo dos casos que beneficiam do procedimento, partilha uma análise do futuro destas doentes e finaliza com um balanço positivo do evento. Assista ao vídeo.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="FÁTIMA FAUSTINO" src="https://player.vimeo.com/video/1156075396?h=2bd76a930a&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">“A primeira linha da endometriose é um tratamento médico, mas temos um problema: até à data os únicos tratamentos médicos de que dispomos são hormonais. Como tal, uma mulher que queira engravidar, não os pode fazer. Não pode fazer uma pílula contracetiva ou um progestativo contínuo, porque assim não engravida, ou seja: não pode fazer um agonista nem um antagonista. Aquelas mulheres que querem engravidar e têm sintomatologia exuberante, não só as queixas durante a menstruação, mas muitas vezes fora da menstruação — como queixas nas relações sexuais ou queixas intestinais — têm a indicação para uma abordagem cirúrgica na tentativa de melhorarmos esta sintomatologia&#8221;, explica. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda durante a entrevista, a especialista chama a atenção para a “afetação de outros órgãos” por parte da doença, sublinhando que existem situações sintomáticas e assintomáticas. Em qualquer uma, deixa um conselho: “temos de abordar cirurgicamente a doente”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Claro que este tipo de abordagem tem que ser minimamente invasiva. Estas mulheres precisam de preservar a sua anatomia e fertilidade. São tratamentos cirúrgicos, de preferência minimamente invasivos, em que se tenta conservar todos os órgãos reprodutivos: útero, ovários e trompas&#8221;, acrescenta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sessão fez uma revisão de novos instrumentos e novas abordagens que permitem “maior confiança e segurança durante a intervenção”, principalmente “em casos mais complexos”, mas o diagnóstico tardio permanece um problema que os especialistas estão “a tentar resolver a todo o custo”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para finalizar, Fátima Faustino reforça que existe esperança para atingir uma maior qualidade de vida para estas doentes. “Estamos desejosos de dispor de um teste salivar, já comercializado em França, que nos permite, em casos em que não encontramos lesões específicas da endometriose, auxiliar no diagnóstico inicial. Vão haver muitos avanços nos próximos anos. Há avanços e descobertas. E a terapêutica vai passar por aí: imunomoduladores”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A 207.ª Reunião da SPG aconteceu em Espinho, nos dias 16 e 17 de janeiro. </p>
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